Aline Fabiana foi atropelada em cima da calçada na Rua Campos Neto Arquivo/FN

Familiares, colegas e amigos da professora Aline Fabiana e de sua filha Eduarda estão organizando uma manifestação para pedir por justiça. A concentração está prevista para ocorrer na frente da Delegacia de Polícia de pronto atendimento (DPPA), na avenida Júlio Renner (Via Dois), da Timbaúva, por volta de 17h30 de hoje, quarta-feira, dia 22 de agosto. Após, o grupo deve seguir em caminhada até o local do acidente, na Rua Campos Neto. Conforme os organizadores da manifestação, o objetivo é não só pedir por justiça, mas também por mais segurança no trânsito.

O acidente ocorreu no último dia 4 de agosto, por volta de 17h45. Aline Fabiana da Rosa Silva de Sá, de 39 anos, estava na calçada junto com a filha Eduarda, de 16 anos. A professora, que era diretora numa escola estadual em Triunfo, foi atingida em cheio, sendo arremessada por vários metros. Sofreu traumatismo craniano e outras lesões graves, vindo a falecer no início da madrugada de domingo. Já Eduarda teve lesões leves, mas ficou em estado de choque com a perda da mãe.

Através da análise de imagens de câmeras de vídeo, a Polícia Civil concluiu que o automóvel Prisma que atropelou mãe e filha estaria participando de um racha com um Golf. Os dois motoristas negam que fosse um racha. O acusado do atropelamento vai responder processo por homicídio de trânsito, com o agravante da alta velocidade e as vítimas serem atingidas em cima da calçada.

Sobre a solicitação da colocação de quebra-molas na Rua Campos Neto, a Prefeitura informou que está sendo estudada. De acordo com o diretor de trânsito Airton Vargas, que esteve no local junto com o secretário de obras Argus Machado, está sendo analisada a colocação de uma faixa elevada de pedestre perto do Sesi, semelhante a que foi implantada na Rua Bruno de Andrade. Isso obrigará os motoristas a reduzirem a velocidade naquele local.

Deixe seu comentário