Claudia Ost perdeu a filha e a neta na tragédia de 2013 e agora luta com o marido e filho para conseguir construir uma nova moradia para a família - Reprodução/FN

Uma família de Bom Princípio, que viveu uma grande tragédia oito anos atrás, está lutando para pelos menos voltar a ter sua casa própria. Em 12 de novembro de 2013, durante um temporal, a forte chuva causou um desmoronamento no Bom Fim Baixo. A casa em que moravam foi atingida pelo deslizamento, causando a morte de Sabrina, de 19 anos, e de sua filha Kamily, de apenas 7 meses de vida. Além da dor pela perda da filha e da neta, o casal Milton Achamachar e Claudia Ost, de 53 e 44 anos, mais o filho Samuel, de 13 anos, ficaram sem ter onde morar.

Em 2013 a casa da família foi destruída pelo desmoronamento que matou uma jovem e seu bebê
– Arquivo/FN

A casa em que residiam ficou destruída e a área foi interditada pela Defesa Civil, não sendo mais possível construir no local. Por seis meses a família recebeu auxílio aluguel. Mas depois, com muitas dificuldades, passaram a ter de arcar com locação de imóvel. Após muito empenho junto ao poder público e diversas ações, em dezembro do ano passado, com aprovação da Câmara de Vereadores, foi autorizado que a Prefeitura doasse um terreno no Loteamento Jacobi, no Morro Tico-Tico, em troca do local interditado no Bom Fim Baixo, que passou a ser preservado como área verde.

Em troca da área interditada, a família ganhou um terreno da Prefeitura no Morro Tico-Tico, mas precisa de materiais para construir uma nova moradia
– Reprodução/FN

A família agora segue em mais uma batalha. Busca doações para conseguir erguer a casa. “Temos o terreno, mas como pagamos aluguel não sobra dinheiro para construir”, cita Claudia Ost. “Não podemos fazer financiamento porque ainda não temos a escritura do terreno”, completa, pedindo a ajuda da comunidade para materiais de construção. O próprio Milton, que é pedreiro, pode construir, mas depende de ter os materiais, como tijolos, areia, brita, pedras, cimento e outros. Foi conseguida madeira para fazer um chalé, mas precisam materiais para o alicerce e banheiro, além do telhado. Pode ser comprado material em alguma madeireira ou estabelecimento, que a família possa retirar. Os contatos podem ser efetuados pelos telefones 997134282, de Claudia, e 996821132, de Milton.

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