Antônio Carlos Alencastro foi assessor parlamentar, poeta e presidente do Movimento Tradicionalista Gaúcho Arquivo/FN

Nascido em 6 de agosto 1943, no bairro Conceição, Antônio Carlos de Alencastro faleceu no dia 31 de agosto de 2009. Ele tinha 66 anos e vinha sofrendo há tempo de diabete e problemas cardíacos. Morreu numa noite de segunda-feira, no Hospital Universitário, situado em Florianópolis.

Depois de trabalhar por quase toda a sua vida na Assembléia Legislativa, em Porto Alegre, Cati aposentou-se e foi viver em Florianópolis, com a família.

Casado com Eunice da Silva Alencastro, Cati teve quatro filhos. Carlos Adriano (o Cascata), Ariane, Aline e Flávio Roberto (o Gucha), que era adotado. Este último, que residia em Esteio, faleceu aos 47 anos.

Antônio Carlos, que residia no balneário Canasvieiras com a esposa, a filha Ariane e a neta Juliane, de onze anos, foi sepultado no Cemitério de Canajure (que fica entre os balneários de Canasvieiras e Jurerê.

Ele começou sua vida como representante comercial. Mas era interessado na política, tendo sido vereador caiense pelo MDB. Seu sogro, Luceval Rodrigues da Silva, que exercia cargo administrativo na agência do INPS em São Sebastião do Caí, foi presidente do MDB e candidato a prefeito municipal.

Cati foi assessor parlamentar dos deputados Nelson Ritzel, Antônio Carlos Dexheimer e Glênio Peres. Foi um ótimo assessor parlamentar, tendo recebido prêmio como melhor assessor da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul.

Nelson Ritzel, o primeiro deputado a contratá-lo, o descobriu através da atividade tradicionalista, pela qual era muito interessado.

Além da inclinação para a política, tinha também dons artísticos. Era um grande declamador e escreveu um livro de poemas. Fez, também, composições em parceria com Délcio Tavares.

Foi muito dedicado à cultura gaúcha e chegou a exercer a presidência do Movimento Tradicionalista Gaúcho, que é considerada a maior entidade cívica do mundo, com mais de 1.400 CTGs (clubes sociais dedicados ao tradicionalismo gaúcho) espalhados por todos os estados brasileiros e dezenas de países. Os CTGs, normalmente, possuem suas sedes próprias, que são construídas, geralmente, em estilo rústico, imitando os galpões de estâncias.

Depois de aposentado, Cati mudou-se para Florianópolis, mas nunca perdeu os vínculos com parentes e amigos caienses. Seus filhos Carlos Adriano e Aline (casada com Marco Werner) moram no Caí.

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Deixe um comentário
Please enter your name here